Em Demofobia – Quem tem medo da democracia direta? (Demophobie – Muss man die direkte Demokratie fürchten?), a autora convida à reflexão desse dilema contemporâneo: deve-se confiar no povo para participar na tomada de decisões políticas? A obra explora as vantagens e os riscos da participação popular e desenvolve uma análise profunda sobre os limites e as possibilidades da participação direta dos cidadãos em decisões políticas. O livro provoca o debate sobre o futuro da democracia em sociedades cada vez mais polarizadas. Ele questiona se o medo do povo é justificável ou se, ao contrário, é justamente no povo que está a força transformadora da política.
Editora: Editora Thoth
Categorias: Direito Constitucional

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#Decisões políticas, #Democracia direta, #Demofobia

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ISBN: 978-65-5113-666-5

IDIOMA: Português

NÚMERO DE PÁGINAS: 218

NÚMERO DA EDIÇÃO: 1

DATA DE PUBLICAÇÃO: 13/07/2026

Em Demofobia – Quem tem medo da democracia direta? (Demophobie – Muss man die direkte Demokratie fürchten?), a autora convida à reflexão desse dilema contemporâneo: deve-se confiar no povo para participar na tomada de decisões políticas? A obra explora as vantagens e os riscos da participação popular e desenvolve uma análise profunda sobre os limites e as possibilidades da participação direta dos cidadãos em decisões políticas. O livro provoca o debate sobre o futuro da democracia em sociedades cada vez mais polarizadas. Ele questiona se o medo do povo é justificável ou se, ao contrário, é justamente no povo que está a força transformadora da política.
SOBRE A AUTORA
TRADUTORA
REVISÃO DA TRADUÇÃO
PREFÁCIO
PREFÁCIO À EDIÇÃO BRASILEIRA
LISTA DE ABREVIATURAS

CAPÍTULO 1
A DEMOCRACIA DIRETA NA ALEMANHA

CAPÍTULO 2
RESERVAS CONTRA AS DECISÕES DA DEMOCRACIA DIRETA
2.1 “Para decisões específicas, o povo é ignorante demais”
2.2 “A democracia direta favorece os demagogos”
2.3 “Sobretudo em questões financeiras, o povo não é confiável”
2.4 “O povo tomará decisões à direita ou, no mínimo, conservadoras – ou à esquerda, em todo caso, não nobres”
2.5 “A democracia direta é antissocial”
2.6 “As decisões no formato sim/não são simplistas demais e avessas a acordos”
2.7 “A democracia direta prejudica as minorias”
2.8 “A democracia direta só é adequada em pequenas comunidades”
2.9 “A democracia direta não se encaixa na democracia representativa”
2.10 “Falta de responsabilidade”

CAPÍTULO 3
ARGUMENTOS NEGLIGENCIADOS FAVORÁVEIS ÀS DECISÕES DA DEMOCRACIA DIRETA
3.1 Solução dos problemas dos pacotes políticos amarrados/fechados
3.2 Democratização da política externa
3.3 Contrapeso à orientação de curto prazo da política democrática representativa
3.4 Disposição à correção de erros

CONCLUSÃO
APÊNDICE COM A TERMINOLOGIA
BIBLIOGRAFIA
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