ISBN: 978-65-5113-676-4
IDIOMA: Português
NÚMERO DE PÁGINAS: 246
NÚMERO DA EDIÇÃO: 1
DATA DE PUBLICAÇÃO: 16/07/2026
A inteligência artificial passou a ocupar espaço cada vez maior no sistema de justiça. Algoritmos organizam processos, sugerem decisões, analisam padrões e prometem eficiência em um cenário marcado pela sobrecarga judicial. Mas até onde a tecnologia pode avançar quando o conflito envolve relações familiares, emoções, fragilidades e vínculos afetivos? Em Entre Algoritmos e Afetos, José Ricardo Suter propõe uma reflexão atual e necessária sobre os limites da inteligência artificial na mediação de conflitos familiares. A partir de uma abordagem crítica e interdisciplinar, a obra analisa os impactos da utilização de sistemas algorítmicos em espaços tradicionalmente marcados pela escuta, pelo diálogo e pela sensibilidade humana.
Sobre o Autor
Prefácio
Lista de Abreviaturas e Siglas
Introdução
CAPÍTULO 1
DIREITO DAS FAMÍLIAS NO BRASIL
1.1 Evolução Histórica e Social do Direito das Famílias
1.2 Princípios Orientadores do Direito das Famílias no Brasil
1.2.1 Dignidade da Pessoa Humana como Princípio Estruturante do Direito das Famílias
1.2.2 Princípio da Afetividade
1.2.3 Princípio da Solidariedade
1.2.4 Princípio do Pluralismo Familiar
1.2.5 Princípio da Convivência Familiar
1.3 O Papel do Estado na Proteção e Intervenção nos Litígios Familiares
CAPÍTULO 2
MEIOS CONSENSUAIS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS NO DIREITO DAS FAMÍLIAS
2.1 Conceito e Fundamentos dos Meios Consensuais
2.1.1 Conciliação
2.1.2 Negociação
2.2 Mediação como Instrumento de Gestão Democrática dos Conflitos Familiares
2.3 Aspectos Legais da Mediação no Brasil
2.3.1 A Integração da Mediação no Código de Processo Civil e na Lei 13.140/2015
2.3.2 Análise da Lei 13.140/2015: Conceitos e Princípios da Mediação
2.3.2.1 Princípio da confidencialidade
2.3.2.2 Princípio da imparcialidade
2.3.2.3 Princípio da autonomia da vontade
2.3.2.4 Princípio da oralidade
2.3.2.5 Princípio da busca do consenso
2.3.2.6 Princípio da informalidade
2.3.2.7 Princípio da isonomia entre as partes
2.3.2.8 Princípio da boa-fé
2.4 A Importância do Empoderamento das Partes e da Comunicação Eficaz
2.5 Mediação e Construção de Negócios Jurídicos Familiares: Conceito, Natureza e Efeitos
CAPÍTULO 3
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO JUDICIÁRIO E NA MEDIAÇÃO FAMILIAR
3.1 Definição e Conceitos de Inteligência Artificial
3.2 A Evolução da Inteligência Artificial no Direito e no Judiciário Brasileiro
3.3 O Uso de Inteligência Artificial em Processos Judiciais e nos Métodos Adequados de Soluções de Conflitos
3.4 Inteligência Artificial e Mediação no Direito das Famílias
3.5 Inteligência Artificial, Mediador e Negócios Jurídicos Familiares
CAPÍTULO 4
A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODE SUBSTITUIR O MEDIADOR? DESAFIOS PARA A AUTONOMIA DA VONTADE E NEGOCIAÇÃO DE CONFLITOS
4.1 Mediação como Processo Complexo e Multidimensional
4.2 Comparação das Capacidades Cognitivas e Emocionais: Inteligência Artificial versus Ser Humano
4.3 Conceito da Mediação Automatizada e Seus Desafios
4.4 Negociação e Tomada De Decisão: A Inteligência Artificial Pode Intervir?
4.5 Limitações Tecnológicas Na Compreensão E Intervenção Em Relações Familiares
4.6 Valor Da Humanização Nas Sessões e Audiências de Mediação Familiar
4.7 Inteligência Artificial e Construção de Acordos em Negócios Jurídicos Familiares
4.8 Da Possibilidade de Substituição do Mediador e o Futuro da Inteligência Artificial na Resolução de Conflitos no Direito das Famílias
Conclusão
Referências