ISBN: 978-65-5113-553-8
IDIOMA: Português
NÚMERO DE PÁGINAS: 257
NÚMERO DA EDIÇÃO: 1
DATA DE PUBLICAÇÃO: 14/04/2026
E se aquilo que você chama de “sua história” não fosse apenas sua? A ideia de uma personalidade puramente individual ainda sustenta grande parte do pensamento jurídico. Mas, e se nossas memórias, base daquilo que somos, forem na verdade construídas coletivamente, atravessadas por narrativas sociais, disputas de sentido e reconstruções constantes do passado? Neste livro, o leitor é provocado a abandonar certezas confortáveis para encarar uma questão inquietante: é possível proteger juridicamente a personalidade sem compreender as memórias que a constituem? Ao articular Direito, Psicologia e Filosofia, a obra propõe uma releitura crítica e contemporânea dos direitos da personalidade, revelando suas limitações diante de uma realidade em que lembrar também é um ato coletivo. Instigante e atual, este livro não oferece respostas fáceis, mas transforma de forma decisiva as perguntas que fazemos sobre identidade, verdade e Direito. Uma leitura para quem está disposto a pensar além do óbvio.
Sobre a Autora
Agradecimentos
Apresentação
Introdução
CAPÍTULO 1
CONCEITO DE MEMÓRIA NA COLETIVIDADE SOCIAL
1.1 Memória: estrutura, funcionamento e complexidade
1.2 Memória coletiva: construção social da recordação
1.3 Memória coletiva e poder: identidade, história, conflitos e entrelaçamentos
CAPÍTULO 2
PERSONALIDADE HUMANA E PERSONALIDADE JURÍDICA
2.1 Personalidade humana sob as perspectivas psicológica e sociológica
2.1.1 A construção interna do eu: a personalidade sob a perspectiva psicológica
2.1.2 A personalidade sob a perspectiva sociológica
2.2 O conceito de personalidade como uma ponte entre sua validade normativa
CAPÍTULO 3
DIREITOS DA PERSONALIDADE E MEMÓRIA COLETIVA: DO RECONHECIMENTO À EFICÁCIA NORMATIVA
3.1 Indissociação da personalidade com o direito sob o viés coletivo
3.2 Da racionalidade jurídica a partir da memória coletiva para alcançar o telos do direito da personalidade
3.3 Pontos conclusivos sobre os direitos da personalidade à luz da memória coletiva: do sujeito abstrato à pessoa reconhecida
Conclusão
Referências